Márcio Barroso, fundador da Finance, traz para o Ceará a Jornada do Lucro, formação presencial que promete transformar a gestão financeira de empresários que crescem, mas não conseguem ver o dinheiro sobrar.
Existe um tipo de empresário que é um bom vendedor, mas um péssimo financeiro. Fatura bem, tem clientes, tem equipe e, mesmo assim, no final do mês, o caixa não fecha.
Esse perfil é mais comum do que parece, e foi exatamente para ele que Márcio Barroso construiu sua trajetória.
Fundador da Finance, empresa com atuação em 23 estados brasileiros e especializada em inteligência financeira estratégica, Márcio acumula mais de 15 anos de experiência, mais de 300 empresas impactadas e mais de R$ 500 milhões analisados em dados financeiros, fiscais e operacionais.
Os números impressionam. Mas o que chama atenção mesmo é a clareza do diagnóstico: a maioria dos negócios não tem problema de vendas. Tem problema de gestão.
E gestão, aqui, não é planilha. É saber exatamente para onde o dinheiro vai, quanto custa cada decisão e o que precisa mudar para a empresa parar de crescer no faturamento e começar a crescer no lucro.
Foi esse entendimento, construído dentro de centenas de empresas reais, que moldou a metodologia da Finance e que Márcio traz agora para dentro de uma formação presencial em Fortaleza.
Jornada do Lucro
Nos dias 22 e 23 de maio, das 8h às 18h, o Rooftop Piazza, em Fortaleza, recebe a Jornada do Lucro, uma formação presencial e prática criada por Márcio e voltada para empresários que querem transformar sua gestão financeira em uma alavanca real de crescimento.
Serão dois dias intensos, com conteúdo aplicado diretamente ao negócio de cada participante.
A programação cobre:
- Controle de fluxo de caixa
- DRE na prática
- Formação de preço com lucro real
- Redução de custos sem travar o crescimento
- Planejamento tributário
- Gestão de riscos
- Criação de previsibilidade financeira
Nada teórico por teoria. Tudo voltado para decisões que o empresário precisa tomar na segunda-feira pela manhã.
As vagas são limitadas, garantindo atenção individualizada.
Inscrições: sejafinance.com.br/jornada-do-lucro-fortaleza
Entrevista | Márcio Barroso, fundador da Finance
Como surgiu a Finance?
A Finance é o resumo da minha experiência no mundo corporativo. Eu e meu outro sócio, Jean, fomos executivos, passamos por contabilidade, tributário, financeiro, auditoria e tecnologia, e queríamos levar ao mercado uma solução verdadeiramente integrada.
A empresa nasce desse conhecimento, mas permanece pelo modelo que construímos. Quando você entrega um produto integrado, gera assertividade, padronização e redução de custo. O cliente resolve tudo em um único lugar, com quem entende do negócio dele.
Poucas empresas têm essa capilaridade que a Finance tem hoje.
Em mais de 300 empresas atendidas, qual é o erro financeiro mais comum que os donos não percebem?
O empresário, por natureza, começa pelo que sabe fazer. Cria sua empresa com base em um talento ou conhecimento específico e vai crescendo com foco total no produto.
O problema é que, com o tempo, ele perde o controle da empresa sem perceber.
Falta o que a gente chama de pilares empresariais. A gente sempre convida o empresário a ter menos amor pelo produto e mais amor pelo negócio. É uma visão muito mais ampla.
E é justamente quando ele começa a crescer que a crise aparece: o caixa aperta, as decisões se centralizam nele, o time não se forma e nada é baseado em dados.
No final, ele percebe que não é só sobre vender bem. É sobre ter um modelo de negócio sólido e maturidade financeira.
Toda empresa, independente do segmento, é uma empresa financeira. Se você compra, vende e contrata, terá impactos financeiros. É isso que salva ou afunda um negócio. E é exatamente aí que a Finance aparece.
O empresário nordestino tem particularidades em relação ao restante do Brasil?
Nos últimos cinco, seis anos, a Finance atuou em muitos estados e aprendeu a cultura de cada região. Mas o que surpreende é que a falta de maturidade financeira não tem fronteira.
O empresário do Rio Grande do Sul enfrenta os mesmos problemas do empresário do Nordeste: imposto, concorrência, capital de giro, juros e logística. Os desafios são universais.
O que muda é a atitude. E aí o nordestino se destaca.
O nordestino aprendeu a viver bem na escassez. É mais restrito, mais cauteloso e, por isso, tem mais atitude e altivez para enfrentar os problemas.
Quem tem mais recurso tem mais margem para errar. O nordestino não. Ele não tem plano B. Ele não se perdoa, não abre mão e precisa vencer, porque não tem outra opção.
É exatamente isso que o diferencia no cenário nacional.
O que diferencia a Jornada do Lucro de um curso tradicional?
A Jornada do Lucro não é um curso tradicional. A gente fala diretamente com o empresário — não sobre débito e crédito, mas sobre estratégia: como tomar decisões baseadas em finanças, tributário e mercado.
Trabalhamos com casos práticos do dia a dia, o que gera muito mais conexão e clareza. E, quando o empresário percebe que outros enfrentam os mesmos desafios, algo muda: ele se abre e enxerga que existe saída.
O resultado é praticidade. O participante sai com decisões tomadas. Isso se reflete no nosso NPS de 98.
Deixo claro desde o início: finanças não têm atalho. Quem tem lucro tem método. Empresário profissional decide com dados, não com achismo. É esse espírito que a gente traz.
O que o empresário cearense vai encontrar nesses dois dias?
O empresário vai encontrar dois dias de metodologia prática de como ter mais lucro sem precisar vender mais.
No primeiro dia, o foco é financeiro: DRE, fluxo de caixa, alavancagem, precificação e análise de investimentos. Ferramentas reais para ter caixa saudável e resultado consistente.
No segundo dia, a manhã é tributária: regime ideal, reforma tributária e estruturação societária. Como organizar o negócio para pagar menos e proteger mais.
Na parte da tarde, a gente fecha com um plano concreto: financeiro, tributário, redução de despesas, tudo com método, etapas definidas e pronto para aplicar na segunda-feira.
Um detalhe importante: eu não faço pitch lá dentro. Eu faço entrega. O pessoal quer conteúdo — e é exatamente isso que recebe. Tanto que pedem três dias. Por enquanto, são dois.
Ao final da formação, o participante sai com o quê na mão?
Ele sai com um plano real, financeiro e tributário. Endividamento, redução de despesas, precificação — tudo com método e etapas definidas.
A gente ensina como fazer, explica o caminho técnico e ele fecha o evento com um plano de ação pronto para aplicar na empresa a partir da segunda-feira.
Para quem está endividado ou em apuros financeiros, a Jornada do Lucro também serve?
A Jornada do Lucro serve para qualquer etapa da empresa e esse é um ponto importante.
O erro do empresário é achar que só precisa falar de finanças quando está precisando de dinheiro. Não tem nada a ver uma coisa com a outra.
O momento mais oportuno, na verdade, é quando a empresa vai bem. Sem a pressão do caixa, o empresário pensa melhor, enxerga mais e toma decisões com mais controle.
O problema é que muitos só chegam até a gente quando já está tarde. E aí, infelizmente, não dá mais tempo de recuperar. A gente chama isso de UTI financeira.
A Jornada do Lucro não é sobre estar bem ou mal. É sobre entender que maturidade financeira é um processo contínuo. Quem vence o jogo é quem não espera a crise para começar.
Qual é o próximo passo da Finance no Nordeste depois desse evento?
A Finance já tem unidade em Fortaleza e em Teresina. E o próximo passo é grande: estamos desenvolvendo um programa de formação completo, com duração de doze meses, para que o empresário tenha uma visão 360 da empresa.
A ideia é entregar resultado real com todo o nosso time: contábil, tributário, financeiro, comercial, tecnologia e processos.
O empresário entra num patamar e sai em outro. Dois X, três X, quatro X. É isso que a gente quer entregar.
A Finance tem uma pegada diferente. A gente cresceu rápido e agora está em outro nível — e não desiste.
Não existe oba-oba nos nossos produtos. E esse produto, do jeito que estamos construindo, não existe no mercado. Aguardem.






