Após a Bitcoin obter um aumento acima de US$ 52 mil dólares, chegando a movimentar cerca de US$ 57 bilhões e o setor ter suas principais criptomoedas negociadas “no verde”, um especialista do BTG Pactual afirma que o cenário pode favorecer movimentos de alta.
Hoje, quinta-feira (15), Bitcoin bateu máxima dos últimos tempos chegando ao patamar de US$ 52.813 dólares, e voltou a ter um marketcap de 1 trilhão de dólares, de acordo com dados do CoinMarketCap. Desde o início do ano, a principal criptomoeda passou por momentos de volatilidade com a aprovação dos primeiros ETFs à vista nos EUA.
“Observando o price action da criptomoeda, nota-se uma mudança relevante: após flutuar entre US$ 41.730 e US$ 43.230 nas últimas duas semanas, a recente valorização reposicionou o bitcoin para a faixa entre US$ 50.000 e US$ 52.000. Pelo prisma da análise técnica, isso representa uma ‘mudança de faixa’ para cima, estabelecendo assim a região dos US$ 44 mil como um forte suporte gráfico para o preço do bitcoin”, disse João Galhardo, analista de research da Mynt, plataforma de criptoativos do BTG Pactual.
“Uma possível explicação para o movimento positivo nos preços pode ser a redução do volume de vendas oriundo do ETF GBTC, da Grayscale. Nas últimas semanas, o volume de saída caiu significativamente, de uma média em torno de US$ 400 milhões para uma média de US$ 100 milhões diários. Esta diminuição na pressão de venda no mercado acaba criando um ambiente favorável para movimentos de alta”, acrescentou o especialista à EXAME.
Fonte: Exame






