A evolução de pesquisa, inovação e tecnologia (PD&I) aplicadas ao agronegócio segue nopasso do crescimento do setor, graças ao ecossistema integrado de órgãos públicos,academia, empresas privadas e startups. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária(Embrapa) lidera o movimento, com 43 centros de pesquisa espalhados pelo país e R$ 399milhões aprovados na Lei Orçamentária Anual (LOA) para pesquisa, desenvolvimento etransferência de tecnologia em agropecuária.
Modelos de inovação aberta representam cerca de 20% do investimento da empresa empesquisa. Inovações recentes incluem sistemas como Netflora, que se apoia em drones einteligência artificial para identificar espécies florestais com potencial econômico naAmazônia. Outra reúne dados sobre integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) pararecomendação de manejo para pecuária conforme a fase de vida do animal.
Entre novos cultivares estão arroz adaptável a sistemas integrados em rotação de culturas,feijão de alta produtividade e soja com sanidade elevada, além de sorgo forrageiro de altaprodutividade e qualidade nutricional. Em bioinsumos, parcerias renderam bioinseticida àbase de fungo para controle da mosca-branca (com a canadense Lallemand Plant Care) e oCombio, primeiro bioinsumo com dupla função (estímulo de crescimento e proteção contrafungos), com a Innova Agrotecnologia.
Edição gênica
Conjunto de técnicas para alterar o DNA de organismos vivos para umpropósito específico – gerou de soja tolerante à seca a concentrados proteicos de lentilha egrão-de-bico para alimentos à base de plantas e salsicha, patê e “apresuntado” de tilápia,exemplifica o diretor de pesquisa e inovação da Embrapa, Clenio Pillon.
Empresas tradicionais vão na mesma linha. A Basf apresenta lançamentos em biotecnologiae traits (característica agronômica que se pretende introduzir via transgenia), como aplataforma Seletio, focada em algodão, além de Mapa de Semeadura em Taxa Variável eGestão Nutricional de Talhão da plataforma Field Manager, da marca global de agriculturadigital xarvio.
O fundo de capital de risco (CVC) da empresa fez seu primeiro investimento no Brasil em2022, US$ 10 milhões na Traive, de serviços financeiros com inteligência artificial (IA). Nesteano, tornou-se sócio da Grão Direto, plataforma digital de comercialização de grãos. “Oagricultor brasileiro é um dos mais adeptos a novas tecnologias”, avalia Ademar De GeroniJunior, vice-presidente de marketing da divisão de soluções para agricultura na AméricaLatina da Basf.
A pesquisa Agritech, da GS1, entrevistou 449 decisores e influenciadores do agro e retrata ocenário no campo, com 43% dos entrevistados inclinados a investir em tecnologia eautomação em 2024. A Citrosuco é um deles. Um exemplo é o sistema de planejamento devendas e operações, com frutas chegando às fábricas em processo automatizado e tipo,qualidade, lote e destino definidos.
Conectividade, análise de dados e interfaces (APIs) paraconectar softwares renderam resultados como modelos de predição de doenças, comredução de 66% na incidência da leprose – já no caso do greening, outro desafio do setor,ferramentas biológicas com parasitoide combatem o inseto vetor, conta Tomás Balistiero,diretor agrícola e COO da Citrosuco, que já investiu na startup SeeTree, de monitoramentode imagens por IA.
Na São Martinho, a inovação aberta apoia projetos de maior vulto e risco com potencial denovos negócios. Segundo o assessor de inovação em novos negócios, Marcelo EskenaziMagalhães, iniciativas como participação no Cubo Agro estimulam contato com startups devários setores. Uma delas, a IBBX, resolveu um problema relacionado à sensorização deambiente remoto de difícil acesso para uso de cabos com sensor capaz “de se energizar” nomeio e transmitir pulso de dados em onda de baixa frequência. Outra, a GlobalYeast,fornece software em teste na unidade de Pradópolis (SP) para monitoramento e controle online de informações do processo de fermentação.
A GlobalYeast criou o BioCal, primeiro software no mundo capaz de captar informações desensores disponíveis nos equipamentos em tempo real e acionar controles automaticamenteem caso de variações de temperatura, por exemplo, diz o fundador Marcelo Amaral Martins.
Ainda em biotecnologia, a SoluBio fornece biofábricas em comodato para produzirbioinsumos nas fazendas. Sua fábrica em Jataí (GO) produz inóculo (micro-organismos deinteresse), meio de cultura e biofábricas. Em 2023, fundou seu centro de pesquisa, investiuR$ 32 milhões em P&D e faturou R$ 206 milhões, detalha Sheilla Albuquerque, CEO daSoluBio. Hoje, atende mais de 400 fazendas e neste ano lança bionematicida, fungicida eprodutos prontos para uso.
Na São Martinho, a inovação aberta apoia projetos de maior vulto e risco com potencial denovos negócios. Segundo o assessor de inovação em novos negócios, Marcelo EskenaziMagalhães, iniciativas como participação no Cubo Agro estimulam contato com startups devários setores. Uma delas, a IBBX, resolveu um problema relacionado à sensorização deambiente remoto de difícil acesso para uso de cabos com sensor capaz “de se energizar” nomeio e transmitir pulso de dados em onda de baixa frequência. Outra, a GlobalYeast,fornece software em teste na unidade de Pradópolis (SP) para monitoramento e controle online de informações do processo de fermentação.
A GlobalYeast criou o BioCal, primeiro software no mundo capaz de captar informações desensores disponíveis nos equipamentos em tempo real e acionar controles automaticamenteem caso de variações de temperatura, por exemplo, diz o fundador Marcelo Amaral Martins.
Ainda em biotecnologia, a SoluBio fornece biofábricas em comodato para produzirbioinsumos nas fazendas. Sua fábrica em Jataí (GO) produz inóculo (micro-organismos deinteresse), meio de cultura e biofábricas. Em 2023, fundou seu centro de pesquisa, investiuR$ 32 milhões em P&D e faturou R$ 206 milhões, detalha Sheilla Albuquerque, CEO daSoluBio. Hoje, atende mais de 400 fazendas e neste ano lança bionematicida, fungicida eprodutos prontos para uso.
Na São Martinho, a inovação aberta apoia projetos de maior vulto e risco com potencial denovos negócios. Segundo o assessor de inovação em novos negócios, Marcelo EskenaziMagalhães, iniciativas como participação no Cubo Agro estimulam contato com startups devários setores. Uma delas, a IBBX, resolveu um problema relacionado à sensorização deambiente remoto de difícil acesso para uso de cabos com sensor capaz “de se energizar” nomeio e transmitir pulso de dados em onda de baixa frequência. Outra, a GlobalYeast,fornece software em teste na unidade de Pradópolis (SP) para monitoramento e controle online de informações do processo de fermentação.
A GlobalYeast criou o BioCal, primeiro software no mundo capaz de captar informações desensores disponíveis nos equipamentos em tempo real e acionar controles automaticamenteem caso de variações de temperatura, por exemplo, diz o fundador Marcelo Amaral Martins.
Ainda em biotecnologia, a SoluBio fornece biofábricas em comodato para produzirbioinsumos nas fazendas. Sua fábrica em Jataí (GO) produz inóculo (micro-organismos deinteresse), meio de cultura e biofábricas. Em 2023, fundou seu centro de pesquisa, investiuR$ 32 milhões em P&D e faturou R$ 206 milhões, detalha Sheilla Albuquerque, CEO daSoluBio. Hoje, atende mais de 400 fazendas e neste ano lança bionematicida, fungicida eprodutos prontos para uso.
Na São Martinho, a inovação aberta apoia projetos de maior vulto e risco com potencial denovos negócios. Segundo o assessor de inovação em novos negócios, Marcelo EskenaziMagalhães, iniciativas como participação no Cubo Agro estimulam contato com startups devários setores. Uma delas, a IBBX, resolveu um problema relacionado à sensorização deambiente remoto de difícil acesso para uso de cabos com sensor capaz “de se energizar” nomeio e transmitir pulso de dados em onda de baixa frequência. Outra, a GlobalYeast,fornece software em teste na unidade de Pradópolis (SP) para monitoramento e controle online de informações do processo de fermentação.
A GlobalYeast criou o BioCal, primeiro software no mundo capaz de captar informações desensores disponíveis nos equipamentos em tempo real e acionar controles automaticamenteem caso de variações de temperatura, por exemplo, diz o fundador Marcelo Amaral Martins.
Ainda em biotecnologia, a SoluBio fornece biofábricas em comodato para produzirbioinsumos nas fazendas. Sua fábrica em Jataí (GO) produz inóculo (micro-organismos deinteresse), meio de cultura e biofábricas. Em 2023, fundou seu centro de pesquisa, investiuR$ 32 milhões em P&D e faturou R$ 206 milhões, detalha Sheilla Albuquerque, CEO daSoluBio. Hoje, atende mais de 400 fazendas e neste ano lança bionematicida, fungicida eprodutos prontos para uso.
Na São Martinho, a inovação aberta apoia projetos de maior vulto e risco com potencial denovos negócios. Segundo o assessor de inovação em novos negócios, Marcelo EskenaziMagalhães, iniciativas como participação no Cubo Agro estimulam contato com startups devários setores. Uma delas, a IBBX, resolveu um problema relacionado à sensorização deambiente remoto de difícil acesso para uso de cabos com sensor capaz “de se energizar” nomeio e transmitir pulso de dados em onda de baixa frequência. Outra, a GlobalYeast,fornece software em teste na unidade de Pradópolis (SP) para monitoramento e controle online de informações do processo de fermentação.
A GlobalYeast criou o BioCal, primeiro software no mundo capaz de captar informações desensores disponíveis nos equipamentos em tempo real e acionar controles automaticamenteem caso de variações de temperatura, por exemplo, diz o fundador Marcelo Amaral Martins.
Ainda em biotecnologia, a SoluBio fornece biofábricas em comodato para produzirbioinsumos nas fazendas. Sua fábrica em Jataí (GO) produz inóculo (micro-organismos deinteresse), meio de cultura e biofábricas. Em 2023, fundou seu centro de pesquisa, investiuR$ 32 milhões em P&D e faturou R$ 206 milhões, detalha Sheilla Albuquerque, CEO daSoluBio. Hoje, atende mais de 400 fazendas e neste ano lança bionematicida, fungicida eprodutos prontos para uso.
Na São Martinho, a inovação aberta apoia projetos de maior vulto e risco com potencial denovos negócios. Segundo o assessor de inovação em novos negócios, Marcelo EskenaziMagalhães, iniciativas como participação no Cubo Agro estimulam contato com startups devários setores. Uma delas, a IBBX, resolveu um problema relacionado à sensorização deambiente remoto de difícil acesso para uso de cabos com sensor capaz “de se energizar” nomeio e transmitir pulso de dados em onda de baixa frequência. Outra, a GlobalYeast,fornece software em teste na unidade de Pradópolis (SP) para monitoramento e controle online de informações do processo de fermentação.
A GlobalYeast criou o BioCal, primeiro software no mundo capaz de captar informações desensores disponíveis nos equipamentos em tempo real e acionar controles automaticamenteem caso de variações de temperatura, por exemplo, diz o fundador Marcelo Amaral Martins.
Ainda em biotecnologia, a SoluBio fornece biofábricas em comodato para produzirbioinsumos nas fazendas. Sua fábrica em Jataí (GO) produz inóculo (micro-organismos deinteresse), meio de cultura e biofábricas. Em 2023, fundou seu centro de pesquisa, investiuR$ 32 milhões em P&D e faturou R$ 206 milhões, detalha Sheilla Albuquerque, CEO daSoluBio. Hoje, atende mais de 400 fazendas e neste ano lança bionematicida, fungicida eprodutos prontos para uso.
A fazenda Prata Nova, de Nova Prata (BA), adotou a SoluBio e já vai duplicar a fábrica emsua terceira lavoura, diz André Ulysses Nedeff. A ação faz parte de estratégia ESG. A fazenda já integra lavoura e pecuária, com 4,5 mil hectares plantados e 2 mil hectares depastagem, e caminha para inclusão de floresta e fornecimento de crédito de carbono. Aparceria prevê aquisição anual de R$ 1 milhão em insumos por cinco anos.
O Agtech Report 2023 da Distrito registrou no Brasil 281 startups atuando com produção,154 em gestão e gerenciamento, 80 com biotecnologia, 30 com finanças, 27 comagropecuária sustentável e 26 com cadeias de suprimentos. No segmento de produção, aSolinftec captou US$ 60 milhões em 2022 e oferece soluções desde monitoramentointeligente de máquinas em campo até o robô Solix, capaz de realizar levantamento delavoura, controle de pragas e pulverização, hoje com 80 equipamentos em operação.
Dentro das fazendas, outro destaque são os drones. A Xmobots, investida da Embraer, temreceita anual de R$ 250 milhões. Seu último lançamento é o SPAD 150, sistema capaz deautomatizar todos os processos de pulverização, inclusive a preparação da calda agrícola,destaca o fundador e CEO Giovani Amianti. Já a Perfect Flight acaba de receber patentesnos Estados Unidos para pavimentar expansão internacional.
Em gestão agronômica, a Agrosmart oferece o aplicativo gratuito BoosterAgro, cominformações climáticas e da comunidade de mais de cem mil produtores, além da versãopaga Pro, com algoritmos para análise da base de dados. No ano passado lançou o Nexus,com inteligência climática, diagnósticos de sustentabilidade em cadeias de produção – hojemonitora 21 mil produtores rurais – e inteligência de mercado.
Na pecuária, os exemplos incluem a JetBov, plataforma treinada para desenvolver ecompartilhar, via WhatsApp, relatórios e tarefas para os funcionários no campo, permitindoquestionamentos por mensagens de texto e áudio. Outra inovação surge com a MUU,solução de rastreabilidade baseada em biometria facial animal para manejo bovino e redeblockchain para sustentar marketplaces para venda de animais e serviços com base noregistro do animal, explica o CEO Eduardo Pipole.
Operadoras de telecom também compõem o ecossistema de inovação no campo. Embratele Claro contam com o hub de inovação aberta BeOn, solução Campo Conectado comconectividade diversificada e centro de gestão de rede para o agronegócio. Seu portfólioinclui solução de IA para localizar plantas daninhas em plantações de soja e cana (SmartField by Cromai), indicadores para controle de silos (Smart Silo), Smart Farm (tecnologias econectividade para apoiar decisões estratégias) e Smart Monitoring, controle climatológicoem transporte e armazenamento, diz Adriano Rosa, diretor-executivo.
A Vivo oferece leque de conectividade e recentemente fechou parceria com o grupo BomJesus (MT), para cobrir 28 mil hectares em fazendas do grupo com 4G em 700 MHz, NBIOT e LTM-M. Tem apoio do hub de inovação aberta Wayra, cujo investimento nas startups6/6Ativa e IoTag renderam produtos como Clima Inteligente, baseado em estaçõesmeteorológicas, e Vivo Maquinário, com telemetria e gerenciamento de produtos pesadosno campo, conta Adriano Pereira, diretor de soluções, parcerias e inovação B2B daoperadora.
A TIM tem clientes como São Martinho, Jales Machado, Citrosuco e BP, que investiu R$ 100milhões para instalação de 4G em 450 mil hectares de cana e 11 usinas. A cobertura ruralem 4G deve alcançar 20 milhões de hectares neste ano. Processos desenhados viramprodutos para o mercado com parceiros como Trapview, solução automática de armadilhaspara insetos, e Telit, especialista em plataforma de automação industrial, diz PauloHumberto Gouveia, diretor de soluções corporativas.






