Com mais de 25 anos de atuação nos setores de tecnologia, audiovisual e energia, Patrick construiu sua carreira do zero, emancipado aos 17 anos para abrir sua primeira empresa. Desde então, criou, escalou e vendeu negócios multimilionários em áreas estratégicas.
Primeiras conquistas
A primeira grande virada aconteceu ainda na juventude, quando Patrick apostou em um modelo de assinatura para manutenção de computadores. Pouco depois, fechou seu primeiro contrato de peso ao resolver um problema em um hotel de Fortaleza, mesmo sem dominar a tecnologia na época. Assim nasceu a CSI, holding que chegou a ultrapassar R$ 20 milhões em faturamento anual, com milhares de contratos em todo o País.
Em 2023, Patrick concluiu duas operações de venda que movimentaram o mercado: a CSI Tech, de aluguel de equipamentos de TI, foi vendida por R$ 20 milhões, e a CSI Audiovisual, por mais R$ 6 milhões.
Expansão para a energia
Os recursos foram direcionados para a CSI Geradores, novo foco do empresário, que já recebeu R$ 15 milhões em investimentos nos últimos 18 meses. A companhia acumula mais de 12 mil locações realizadas no Brasil e atende com mais de 5 mil KVA em potência instalada.
Além da operação comercial, a empresa investe em soluções sustentáveis, como bancos de baterias e sistemas híbridos com diesel e solar. A sede em Fortaleza já opera 100% com energia solar. Em parceria com a Qair, a CSI foi pioneira ao adquirir os dois primeiros geradores movidos a hidrogênio verde da América Latina, um investimento de cerca de R$ 3 milhões.
Com esses avanços, a CSI Geradores recebeu o selo verde dos fabricantes do setor, o primeiro da América Latina, e hoje é avaliada em torno de R$ 40 milhões.
Empreendedorismo nordestino
Além do olhar para inovação, Patrick defende a valorização do empreendedorismo fora do eixo Rio-São Paulo. “Já ouvi em reuniões com fundos que, a cada 100 km de distância de São Paulo, a empresa perde 1% do seu valuation. Isso precisa mudar. O Nordeste tem talento, inovação e resultados concretos para mostrar”, afirma.
Para ele, o futuro do setor é claro: “Mais do que empreender, é hora de devolver para a sociedade, com responsabilidade ambiental e soluções que impactem o futuro.”






