O Ibovespa fechou a sessão desta última terça-feira (04) com uma alta de 0,17%, aos 150.704 pontos, impulsionado pelos dados da produção industrial e as expectativas em torno do primeiro dia de Copom (Comitê de Política Monetária).
A produção industrial brasileira registrou uma queda de 0,4% em setembro, após alta de 0,7% em agosto, idêntico à projeção estabelecida pelos investidores. O dado não dever alterar as apostas de manutenção da taxa Selic em 15% ao ano pelo Copom, nesta quarta-feira (5), dizem analistas.
Segundo Leonardo Santana, especialista em investimentos e sócio da Top Gain, o mercado espera um tom mais “tranquilo” quanto a ata do Copom, após postura rígida nos comunicados anteriores.
Nos EUA, as incertezas sobre os futuros novos cortes dos juros básicas norte-americanos e a paralisação do governo Trump. O ‘shutdown’ atingiu o seu 35º dia, se igualando ao recorde histórico da paralisação estatal de 2018-2019.
A temporada de balanços no Brasil ganha força e tende a conduzir o pregão daqui para frente. Na sessão, a Embraer (EMBJ3) divulgou seus resultados terceiro trimestre de 2025 antes da abertura da bolsa e mostrou uma queda de 76% no lucro líquido ajustado. Os papéis da fabricante de aeronaves fecharam a sessão com uma desvalorização de 4,03%.
Enquanto a Klabin (KLBN11) apresentou um lucro de R$ 478 milhões no terceiro trimestre de 2025. As ações da companhia do setor de papel e celulose registraram uma alta de 2,67%.
Em relação câmbio, o dólar comercial cresceu 0,77%, cotado a R$ 5,399. A moeda americana oscilou entre R$ 5,380 e R$ 5,399. O gráfico DXY, índice do dólar nos EUA, encerrou a sessão com uma alta de 0,33%, aos 100,214 pontos.






