No dia 14 de fevereiro, os investidores estrangeiros retiraram R$ 1,02 bilhão em recursos do segmento secundário da B3 (ações já listadas), enquanto o Ibovespa registrou uma queda de 0,79%. Na sessão de sexta-feira (9 de fevereiro), esse grupo havia resgatado R$ 894,3 milhões.
Dessa forma, a categoria acumulou um déficit de R$ 6,13 bilhões no mês, elevando o déficit do ano para R$ 14,02 bilhões. Esse montante já representa quase um terço dos R$ 45 bilhões de saldo positivo registrados no ano passado.
Em 2023, especialmente entre novembro e dezembro, houve uma entrada expressiva de recursos, contando com a expectativa de uma redução nas taxas de juros nos Estados Unidos, prevista inicialmente para março. Com essa aposta agora adiada para junho, observa-se uma reversão significativa nos fluxos financeiros.
Enquanto isso, o investidor institucional injetou R$ 680,9 milhões na quarta-feira e R$ 567,5 milhões na sexta-feira anterior. Essas movimentações elevaram o superávit mensal do grupo para R$ 2,80 bilhões, resultando em um superávit anual acumulado de R$ 2,24 bilhões.
O investidor individual, por sua vez, investiu R$ 232,6 milhões em 14 de fevereiro e R$ 182,7 milhões em 9 de fevereiro. Com essas contribuições, o superávit mensal atingiu R$ 2,27 bilhões, elevando o superávit acumulado em 2024 para R$ 6,27 bilhões. Esses dados foram disponibilizados pela B3.
No mês de janeiro, os investidores estrangeiros retiraram R$ 3,45 bilhões em recursos do segmento secundário da B3 (B3SA3). Esse montante representa o maior saque líquido em um único dia desde 22 de fevereiro de 2021, de acordo com uma análise do Valor Data.
Em dezembro, o volume diário de negociação da B3 (B3SA3) apresentou uma queda de 13,6% em comparação com o mesmo período do ano anterior, totalizando R$ 25,29 bilhões, conforme informado em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) em 15 de janeiro. Em relação ao mês anterior, a empresa responsável pela bolsa brasileira registrou uma redução de 7,9%.






