A carteira do SNID11 rendeu R$ 1,77 no mês de julho, considerando os efeitos de marcação a mercado e derivativos. Do ponto de vista de carrego, que exclui ambos os fatores, o SNID11 gerou R$ 1,03, um incremento em relação ao mês passado em decorrência do número de dias úteis. No mês, o volume de negociação foi recorde.
Dessa forma, em agosto, o fundo irá distribuir R$ 1,00, mantendo o nível de distribuição, equivalnte a 109,1% do CDI do período ou 140,8% do CDI quando aplicado o gross-up, inserção da alíquota de imposto (IR).
Os dividendos pagos em 12 meses somam R$ 13,05 por cota, o que representa um Dividend Yield (DY) de 12,92%.
Além disso, no mês de julho, o SNID11 teve volume recorde de negociação, tanto diário quando mensal, registrando um volume de R$ 12,6 milhões de negociação, uma média diária de negociação de R$ 547 mil.
Segundo a gestora do SNID11, os valores recordes demonstram a capacidade de negociação do Fundo, que fechou com uma cota estável em relação ao início do mês. Outro ponto de destaque foi a evolução de cotistas que saltou de 6.488 mil para 6.707 mil durante o mês.
No mês, o fundo gerou de carrego o equivalente a 112,2% do CDI. “Para os próximos meses esperamos manter a rentabilidade relativa nesses patamares. Com esse aumento o fundo passa a render 132,0% do CDI ou CDI+3,5%, quando considerado o gross-up, de forma líquida para o cotista”, afirmou a gestora em relatório.
SNID11: movimentação da carteira
Durante o mês de junho, o SNID11 realizou a venda da totalidade da posição de VIXL25, cerca de R$ 2,0 milhões. Com a venda, o SNID11 passa a ter 36 debêntures de 30 emissores, uma debênture e emissor a menos que o mês anterior.
“Apesar de ainda entendermos que a Vix é um emissor de nível de risco baixo e com uma estrutura de crédito equilibrada, optamos por realizar a venda do ativo devido ao fato de entendermos que a debênture negociava com um prémio inferior”, afirma a gestora.
Conheça mais detalhes do Fundo
O Fundo SNID11 tem como propósito investir no setor de infraestrutura através de debêntures incentivadas, que nada mais são do que títulos de renda fixa que são emitidos por companhias que financiam projetos do setor de infraestrutura.
Desde o seu início o SNID11 teve um retorno total, considerando o reinvestimento dos rendimentos, de 21,9%, quando considerado o efeito do gross-up esse retorno significa uma rentabilidade de 28,3% de um produto tributado, sendo superior ao CDI (18,5%), IPCA + yield IMA-B (16,4%) e IDA-DI (22,6%).




