Muitos conhecem a fábula do coelho e da tartaruga. O talento natural, somado à preguiça, é um inimigo poderoso frente à constância do pequeno esforço contínuo.
Mas o termo “coelho” vale para outras áreas também. Na corrida, por exemplo, o coelho (ou pacer) é o atleta que dá o ritmo da prova, geralmente ajudando outros corredores a atingir metas específicas de tempo.
E o maior maratonista brasileiro era justamente um desses “coelhos”. Vanderlei Cordeiro de Lima é o único atleta do país a conquistar uma medalha na modalidade mais tradicional dos 42 km.
Sua primeira vitória, como ele mesmo conta, foi “por acaso”.
“Fui convidado para ser coelho na maratona de Reims. Coelho é o atleta que dita o ritmo da prova e se sacrifica para que os demais façam o resultado e atinjam marcas. Fui contratado para correr 21 km, mas estava me sentindo bem e pensei que poderia correr mais 5 ou 10 km. A partir do km 32 comecei a liderar a prova, fui até o final e ganhei”, contou o atleta, em entrevista ao UOL, em 28 de dezembro de 2017.
Neste mês, o “coelho” da maratona das criptomoedas foi a solana (SOL), que liderou as indicações das casas de análise como a moeda com maior potencial para março.
Os especialistas da Foxbit, Bitso, NovaDAX, Vault Capital, Coinext, Mercado Bitcoin (MB) e BTG Pactual Digital Assets (por meio da carteira moderada da casa) indicaram 18 criptomoedas para ficar de olho neste mês, com clara preferência pela SOL.
O protocolo passou por sufocos no passado, com interrupções e ataques hackers sucessivos, que colocaram em xeque a tese da rede. Mas a reviravolta veio em 2026 e, agora, é um dos principais ecossistemas do mercado.






