O fundo imobiliário MAXR11 registrou resultado líquido de R$ 306 mil em abril, em um mês marcado por receitas de propriedades de R$ 343 mil e despesas operacionais de R$ 93 mil.
No mesmo período, o fundo teve cotas negociadas no mercado secundário e avançou em uma operação societária que pode alterar sua estrutura.
A distribuição mais recente informada pelo fundo foi de R$ 0,30 por cota, referente à competência de fevereiro de 2026. A data-base para recebimento foi 8 de abril, enquanto o pagamento ocorreu em 15 de abril de 2026.
O principal destaque envolvendo o fundo imobiliário MAXR11 foi a aprovação da proposta de incorporação da totalidade da classe do fundo ao Capitânia HBC Renda Urbana FII. A decisão ocorreu por meio de Consulta Formal divulgada em 16 de março de 2026.
Pelos termos da operação, a substituição das cotas considerará o valor de R$ 67,00 por cota da classe atual. Já o valor patrimonial da classe incorporadora será definido na data de efetivação da incorporação.
Com a aprovação, a classe atual será extinta após a conclusão do processo. A classe incorporadora passará a suceder integralmente seus direitos e obrigações, assumindo a continuidade da estrutura aprovada.
A assembleia também aprovou mudanças no regulamento do FII MAXR11. Entre os ajustes, foi incluído um novo objetivo e uma nova política de investimentos, ampliando a flexibilidade para aplicação em ativos imobiliários, valores mobiliários e participações em sociedades ligadas ao setor.
Outro ponto aprovado foi a possibilidade de dispensa do direito de reembolso para cotistas dissidentes em futuras operações societárias. Essa dispensa, no entanto, depende do cumprimento das condições regulatórias e de aprovação da CVM.






