A Raízen (RAIZ4) despencava quase 10% no início da tarde desta terça-feira (19), em um pregão já negativo para o Ibovespa, após a Petrobras (PETR4) negar qualquer intenção de investir na joint venture entre Shell e Cosan. O movimento foi reforçado pelo rebaixamento do Citi para as ações da companhia.
Por volta das 13h09 (horário de Brasília), os papéis da Raízen recuavam 9,57%, cotados a R$ 1,04. No acumulado de 2025, a empresa já perde cerca de 70% de valor de mercado.
A resposta da Petrobras veio após reportagem do jornal O Globo, publicada na segunda-feira (18), afirmar que a estatal avaliava adquirir ativos da Raízen para retomar presença no setor de etanol e distribuição.
No mesmo contexto, a Raízen enfrenta pressões após divulgar resultados abaixo do esperado no primeiro trimestre da safra 2025/26 e admitir que avalia uma capitalização, com possível entrada de novos investidores. Segundo o Money Times, diante do cenário, o Citi cortou a recomendação de compra para neutra e reduziu o preço-alvo de R$ 2,00 para R$ 1,30, queda de 35%.






