O Ibovespa terminou o pregão desta última terça-feira em queda de 0,51%, aos 188.618,69 pontos. Dessa forma, durante o dia, o índice oscilou entre a máxima de 189.578,50 e a mínima de 187.236,79, com volume financeiro de R$ 23,90 bilhões.
Em Wall Street, os principais índices fecharam em baixa. O Dow Jones caiu 0,06%, aos 49.136,15 pontos, o S&P 500 recuou 0,49%, aos 7.138,78 pontos, e o Nasdaq teve queda de 0,90%, aos 24.663,79 pontos. Os investidores seguem atentos à temporada de balanços do 1T26.
O dólar comercial fechou praticamente estável, com leve queda de 0,01%, cotado a R$ 4,982. No exterior, o índice DXY subiu 0,17%, aos 98,67 pontos.
No cenário macroeconômico, a arrecadação federal cresceu 4,99% em março e atingiu recorde para o mês, reforçando sinais de resiliência das contas públicas no Brasil.
Já o IPCA-15 de abril acendeu um alerta para a inflação, com pressão de bens industrializados e das tensões no Oriente Médio, que elevam a cautela sobre a trajetória dos preços nos próximos meses.
Nesse sentido, no exterior, o mercado segue atento ao cenário de inflação e juros nos Estados Unidos, onde riscos geopolíticos e pressões de preços podem manter as taxas elevadas por mais tempo em 2026.
Movimentações na bolsa brasileira
Entre os destaques da bolsa brasileira, a Vale recuou 1,33%, a R$ 84,36. Já a Petrobras teve desempenho misto, com PETR3 em alta de 0,72% e PETR4 avançando 0,42%.
Nos bancos, o Itaú Unibanco foi o único grande destaque positivo, com alta de 0,45%.
Entre as siderúrgicas, porém, o dia foi de forte valorização: GGBR4 subiu 4,11%, GOAU4 avançou 3,92% e USIM5 teve leve alta de 0,25%.
Já a Cogna Educação teve a ação mais negociada do pregão até as 16h29, com queda de 1,57%.






