O Ibovespa encerrou o pregão em queda, recuando para a faixa dos 185 mil pontos, pressionado por realização de lucros e maior cautela nos mercados.
No câmbio, o dólar comercial subiu e voltou ao patamar de R$ 5,00, enquanto os juros futuros avançaram ao longo da curva.
Cenário internacional e Federal Reserve
Em Wall Street, os principais índices encerraram a sessão de forma mista e sem direção única. O Dow Jones caiu 0,57%, o S&P 500 recuou 0,04% e o Nasdaq teve leve alta de 0,04%.
O movimento ocorreu em meio à decisão do Federal Reserve de manter a taxa de juros no intervalo de 3,50% a 3,75%, em linha com as expectativas do mercado.
O banco central avaliou que a atividade econômica segue em ritmo sólido, enquanto a inflação permanece elevada.
A última coletiva de Jerome Powell no comando da instituição também foi acompanhada com atenção pelos investidores.
Petróleo
Destaques da bolsa brasileira
Entre os destaques corporativos, a Vale (VALE3) caiu cerca de 4% após o balanço do 1T26, que mostrou lucro maior, mas pressionado por custos.
Já o Santander Brasil (SANB11) recuou cerca de 1% após resultados marcados por alta da inadimplência, mantendo o mercado em postura defensiva.
Na contramão do mercado, a Braskem (BRKM5) avançou 6,02%, figurando entre as maiores altas do dia.
Entre construtoras, o pregão foi majoritariamente negativo, com quedas em Tenda (TEND3), EZTec (EZTC3), MRV (MRVE3) e Cury (CURY3), enquanto a Direcional (DIRR3) destoou com alta.
As ações da Petrobras (PETR3) também avançaram, com ganhos de 4,00% nas ordinárias e 3,45% nas preferenciais.
Já a Axia Energia (AXIA3) encerrou em queda, com recuos superiores a 2% nas diferentes classes de ação.






