No Brasil, o avanço do dólar foi amplificado pela alta nos DIs, refletindo preocupações com novos gastos públicos após rumores de um programa federal de tarifa zero no transporte coletivo.
No mercado doméstico, a moeda chegou a recuar pela manhã após a aprovação do projeto que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda, mas ganhou força ao longo do dia, acompanhando o fortalecimento da divisa no exterior. Para os traders de dólar, o movimento reforça um ambiente de maior volatilidade, com foco nas sinalizações do Fed e nos desdobramentos do risco fiscal brasileiro.
Análise do gráfico de 15 minutos
No gráfico de 15 minutos, o minidólar acumulou sua segunda alta seguida, mas ainda opera abaixo das médias de 9 e 21 períodos. Para confirmar a continuidade do movimento, será necessário romper a resistência em 5.382/5.397, abrindo espaço para 5.411/5.415,5 e 5.422/5.441.
Já a perda do suporte em 5.374/5.359,5 pode reacender a pressão vendedora em direção a 5.347/5.334, com alvo posterior em 5.325/5.319.
No gráfico diário, o ativo fechou em alta, configurando tentativa de repique, mas ainda abaixo das médias e dentro de um movimento lateral. A mínima do ano, em 5.325 pontos, segue como nível crucial. Para retomar a tendência de alta, será preciso superar a região de 5.413/5.419, que abriria caminho para 5.474/5.515.
Por outro lado, a perda de 5.334/5.325 deve reforçar a continuidade da baixa, mirando 5.319/5.281. O IFR (14) está em 41,73, em zona neutra.
Dólar futuro (WDOX25): Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o minidólar também acumulou a segunda alta consecutiva, negociando entre as médias móveis de 9 e 21 períodos.
Para seguir com o repique, precisa romper a resistência em 5.380/5.406, mirando 5.419/5.441 e, em extensão, até 5.474/5.491,5.
Se perder o suporte em 5.374,5/5.359,5, o fluxo vendedor tende a ganhar força, com alvos em 5.334/5.325 e 5.319/5.288 pontos.







