O Ministério da Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) aponta que os estados de Sergipe, Alagoas e Bahia, são os que se destacam, no Nordeste, com menor tempo para abertura de empresas, no primeiro quadrimestre de 2024.
Sergipe ocupa a primeira posição (ver gráfico), com 5 horas de duração, seguido do Paraná, com 8 horas, Alagoas, Bahia e Amazonas, empatados na 3ª posição, com 9 horas. A informação foi divulgada pelo (MDIC), com a publicação Boletim do Mapa de Empresas.
Para o Nordeste, ainda aparece entre os 10 primeiros, o estado do Maranhão, com um tempo de 13 horas para abertura de negócios, por meio da Junta Comercial.
Os demais estados nordestinos ficaram na seguinte colocação : Pernambuco (13ª, com 15 horas, em média); Rio Grande do Norte, na 14ª posição, com uma média de 16 horas, Paraíba e Piauí, empatados na 18ª colocação, com tempo de abertura respectivamente de 17 horas e 18 horas e, por último, o Ceará, na 20ª posição, com duração de 21 horas.
O Boletim do Mapa de Empresas considera apenas as aberturas empresariais feitas pelas Juntas Comerciais, que englobam as naturezas jurídicas empresário individual, sociedade limitada, cooperativa, sociedade anônima aberta e fechada, entre outras.

Para os valores do ranking, são consideradas as somas dos tempos para consulta de viabilidade e do tempo para andamento perante as Juntas Comerciais.
A consulta de viabilidade é uma pesquisa feita a fim de saber se o nome empresarial pode ser utilizado e se o local desejado para o negócio pode exercer as atividades pretendidas.
Alagoas
No caso de Alagoas, houve um incremento significativo em relação ao rankng nacional. Analisando o primeiro quadrimestre, segundo o MDIC, Alagoas ocupou o 13ª lugar em 2020, o 16ª lugar em 2021, o 10º lugar em 2022 e o 5º lugar em 2023.
O valor anotado por Alagoas neste ano é ainda 40% menor do que a média do Nordeste e 57,14% menor do que a média nacional, definidas em 15h e 21h, respectivamente.
“Esse tempo é reflexo de um trabalho focado no empresário alagoano e na evolução do ambiente de negócios em nosso estado. A Junta Comercial é um agente de desenvolvimento essencial para Alagoas e esse tempo para registro é um dos diferenciais do nosso estado para a prospecção de novos negócios. É um fator que se soma às políticas de incentivos fiscais e solidez econômica, que são tão trabalhadas pelo Governo do Alagoas”, evidenciou o presidente da Junta Comercial do Estado de Alagoas (Juceal), Ricardo Dória.
*Com informações da JUCEAL e MDIC/Revista Nordeste






