Foi lançado nesta terça-feira, 18, um novo fundo filantrópico para ajudar na reconstrução do Rio Grande do Sul, duramente atingido pelas chuvas entre os meses de abril e maio.
Chamado RegeneraRS, o fundo já começa com 38 milhões de reais em caixa. Desses, 30 milhões de reais vieram da Gerdau e do Instituto Helda Gerdau. Os outros 8 milhões de reais são da mineradora Vale.
A meta, porém, é alcançar 100 milhões de reais em recursos para apoiar projetos em quatro áreas temáticas:
- – Educação
- – Habitação
- – Soluções urbanas
- – Apoio a negócios
- As iniciativas serão mapeadas e selecionadas por uma governança que conta com o apoio de grupos técnicos e temáticos.
“Para além da seleção de iniciativas que receberão apoio emergencial, os grupos técnicos irão coletar aprendizado para contribuir com o desenvolvimento de soluções de longo prazo que visem a reconstrução resiliente, inclusiva, equitativa e regenerativa do Rio Grande do Sul”, diz o cofundador da Din4mo Lab, Marcel Fukayama, que será responsável pela gestão do fundo.
Fundo recebe novas doações
A iniciativa está na fase de prospecção de novos doadores. Ao mesmo tempo, conversam com algumas iniciativas-âncora para receber as doações, como a Gerando Falcões, o Pacto Alegre, o Movimento Brasil Competitivo e o ReconstróiRS.
“Queremos ajudar na reconstrução do estado, apoiando projetos que contribuam com o amanhã mais sustentável”, diz Beatriz Johannpeter, diretora do Instituto Helda Gerdau. “Acreditamos que, com a ação coletiva, podemos construir um Rio Grande do Sul mais preparado e mais consciente em relação às mudanças climáticas”.
Os doadores do fundo poderão orientar a doação para uma causa específica, desde que esteja dentro das linhas temáticas definidas pelo RegeneraRS. Neste caso, é necessário que o projeto seja aprovado a partir dos critérios estabelecidos pelo conselho deliberativo.
No momento, o RegeneraRS será focado nas quatro áreas, mas também serão considerados projetos voltados para outros públicos e segmentos, como mulheres e crianças, saúde e segurança alimentar, por exemplo, desde que estejam vinculados a iniciativas com vetores em moradia ou educação.






