No Ceará, a proporção de domicílios com algum grau de insegurança alimentar caiu de 35,1% para 30,5% entre 2023 e 2024. Isso representa uma redução de aproximadamente 119 mil lares e 395 mil pessoas nessa condição. Os dados são do módulo Segurança Alimentar da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgados nesta última sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Segundo o IBGE, cerca de 3 milhões de cearenses viviam em situação de insegurança alimentar em 2024, sendo 391 mil atingidos pela forma mais grave.
Entre 2023 e 2024, houve queda em todas as categorias de insegurança alimentar: a leve passou de 21,4% para 19,8%; a moderada, de 7,5% para 6,2%; e a grave, de 6,3% para 4,5%.
Dos 3,3 milhões de domicílios particulares permanentes no estado, 69,5% (cerca de 2,3 milhões) tinham acesso permanente à alimentação adequada. Os demais 30,5%, aproximadamente 1 milhão de domicílios, enfrentavam algum grau de insegurança alimentar, afetando 3 milhões de moradores.
A forma mais grave da insegurança alimentar atingia, em 2024, cerca de 149 mil domicílios cearenses (4,5% do total), o que corresponde a 391 mil pessoas.






