O professor e empreendedor Scott Galloway juntou uma fortuna estimada em US$ 100 milhões com a venda de inúmeros negócios. Também é muito bem pago por palestras e é autor de diversos best sellers.
Mas não é sua fortuna que o torna rico — pelo menos, não segundo a sua própria definição. No livro “A Álgebra da Riqueza: Uma fórmula simples para o sucesso”, o autor argumenta que ser rico é ter uma renda passiva maior do que a “taxa de queima” dessas receitas, ou os gastos do dia a dia. Ou seja, é ganhar mais do que se gasta, mesmo sem trabalhar.
O segredo está em não depender de um salário. Por maior que ele seja, não traz segurança financeira.
O feriado do Dia do Trabalho pode dar um gostinho do que seria essa independência. O colunista do Seu Dinheiro Ruy Hungria fez uma conta simples de como chegar a esse resultado e quanto tempo levaria para conseguir receber R$ 10 mil apenas com rendimentos, começando com R$ 100 mil investidos.
Mesmo que você ainda não tenha esse valor no bolso para aplicar no seu futuro, o importante é começar.
A Tenda (TEND3) ganhou destaque ao dobrar de valor na bolsa no último ano, surfando o bom momento do setor de construção impulsionado pelo Minha Casa Minha Vida.
Mas como nem tudo são flores, existe um “porém” que vem tirando o sono dos investidores: o investimento da empresa no segmento de casas pré-fabricadas, com o projeto Alea.
Enquanto a construtora enxerga o movimento como estratégico para os negócios, há quem veja o projeto como “queima de caixa”, o que tem levantado preocupações.
No SD Explica, a repórter Bia Azevedo destrincha o caso e mostra até onde a Tenda pode ir e se essa “ervilha” no colchão da construtora pode se tornar um grande problema lá na frente.






