O fundo imobiliário VRTM11 encerrou o mês de fevereiro com um lucro de R$ 3,5 milhões. No período, a gestão manteve um caixa de R$ 5,9 milhões, recursos destinados a novas alocações, pagamento de taxas provisionadas e distribuição de rendimentos.
No mercado secundário, o fundo registrou uma queda na cotação, fechando o mês a R$ 6,65 por cota. Segundo a gestora, essa desvalorização ainda pode estar relacionada às expectativas de alta na taxa de juros, que impactaram negativamente o mercado de fundos imobiliários. O P/VP do fundo fechou fevereiro em 0,73x, refletindo o desconto na cota em relação ao valor patrimonial.
A distribuição de dividendos do VRTM11 apresentou um dividend yield de 1,35%, equivalente a aproximadamente 162% do CDI considerando o “gross up” de 15%.
VRTM11: movimentações na carteira de CRIs
Como fundo do segmento de multiestratégia, o fundo imobiliário VRTM11 pode atuar na negociação de quaisquer ativos ligados ao mercado imobiliário. Em fevereiro, houve ampliação nas posições em diversos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), reforçando a estratégia de alocação em ativos de renda fixa atrelados ao setor imobiliário.
Entre as movimentações, o fundo aumentou sua posição no CRI MRV II, com um aporte de R$ 7 milhões e remuneração de CDI + 3,60%. Também reforçou a posição no CRI Serena Campinas (Lote 5) com R$ 3,5 milhões, remunerado a IPCA + 11,33%, além de incrementar R$ 4 milhões no CRI Terrassa, cuja taxa de retorno é de IPCA + 11,73%.






