Executivos da Amazon estiveram no Ceará, nessa última quinta-feira (25), para prospectar novas oportunidades de investimento no Estado, especificamente em Fortaleza. O principal objetivo é expandir os polos logísticos da empresa – hoje são dez – e os pontos de entrega, a fim de proporcionar aos clientes um envio cada vez mais rápido dos produtos. Além disso, a multinacional também mira em ampliar o leque de conveniência aos consumidores, diversificando as opções de entrega das mercadorias.
“A gente quer entregar de forma mais eficiente, mais rápida e mais conveniente. Por isso, é preciso uma forma de entrega muito rápida. Quanto mais perto da cidade, melhor. Então a gente está olhando essas áreas, como é o caso do Aeroporto de Fortaleza, para ampliar nossos pontos de entrega”, diz Ricardo Pagani, diretor de Operações da Amazon no Brasil, citando também a importância da parceria com empresas aéreas.
A presidente da Amazon no Brasil, Juliana Sztrajtman, destaca que o Ceará é um estado fundamental no processo de expansão da companhia em território nacional.
“A gente busca entregar cada vez mais o que o consumidor daqui quer. Por isso, estamos avaliando essa expansão no Ceará para que seja possível, logo mais, entregar os produtos não apenas em um ou dois dias, mas em horas”, afirma.
Atualmente, a Amazon conta com um Centro de Distribuição no Ceará, no município de Itaitinga, na Região Metropolitana de Fortaleza. Em todo o Brasil, são 14 centros, além de 200 polos logísticos, oferecendo mais de 150 milhões de produtos distribuídos em 50 categorias. Na última década, a companhia investiu R$ 55 bilhões no País, o equivalente a R$ 15 milhões diários.
A convite da Amazon, O Otimista entrevistou os executivos da multinacional nessa sexta-feira (26), no Centro de Distribuição REC3, em Cabo de Santo Agostinho, município da Região Metropolitana do Recife, em Pernambuco.






