A semana foi marcada por volatilidade no mercado de fundos imobiliários (FIIs), movimentações milionárias no setor logístico e renda urbana, além de novas medidas estruturais da B3 para a indústria de FIIs.
Entre, os principais acontecimentos, o CACR11 chamou atenção após despencar quase 60% na bolsa em apenas cinco pregões.
O fundo encerrou a semana cotado a R$ 32,70, acumulando queda de 59,79%. O movimento mais brusco ocorreu na segunda-feira (4), quando as cotas passaram de R$ 81,33 para R$ 47,01 em um único dia, representando baixa de 42,2%.
O recuo continuou ao longo da semana, ampliando a pressão sobre investidores e reacendendo discussões sobre risco, geração recorrente de caixa e sustentabilidade de dividendos.
Outro destaque ficou com o TRXF11, que ultrapassou a marca histórica de 300 mil cotistas e registrou receita operacional de R$ 53,9 milhões em abril. O fundo recentemente avançou em uma das principais operações logísticas do ano ao anunciar o desenvolvimento de um galpão built to suit para a Shopee, em Londrina (PR), em uma transação de R$ 135,5 milhões.
Já a B3 anunciou uma mudança importante para o mercado: a partir de 11 de maio, cotas de fundos imobiliários poderão ser utilizadas como garantia em operações dentro da bolsa brasileira. A medida começa com uma lista inicial de 28 fundos elegíveis e amplia para 21 o número de categorias de ativos aceitos como garantia em operações com contraparte central.






