A Oracle divulgou um documento regulatório nesta última segunda-feira (30) informando que a CEO, Safra Catz, planejava comunicar aos funcionários, ainda hoje, que o ano fiscal atual “começou com força” e que a empresa havia assinado vários grandes contratos de operações em nuvem.
Um desses contratos “deve contribuir com mais de US$ 30 bilhões em receita anual a partir do ano fiscal de 2028”, diz o documento.
A companhia tem se mostrado a provedora de nuvem terceirizada preferida pelas principais empresas de modelos de inteligência artificial (IA), além de ser parceira forte da Nvidia, líder na fabricação de chips para IA.
O executivo da Oracle Mahesh Thiagaraja, já havia dito que quatro das cinco maiores fabricantes de grandes modelos de linguagem de IA utilizam os data centers da empresa.
No último domingo (29), o analista da Stifel Brad Reback elevou a recomendação para as ações da Oracle de ‘Manter’ para ‘Comprar’ e aumentou o preço-alvo de US$ 180 para US$ 250, citando as perspectivas robustas para o negócio de nuvem da empresa.
“Acreditamos que a combinação de crescimento sustentável na nuvem e disciplina nas despesas operacionais permitirá que a Oracle supere os impactos negativos da mudança na composição da receita e registre um crescimento acelerado do lucro por ação no ano fiscal de 2027 e além”, escreveu ele.
No início deste mês, a Oracle reportou receita melhor do que o esperado no quarto trimestre fiscal e emitiu uma previsão otimista para o crescimento no ano fiscal de 2026.
Às 12h55 (de Brasília), a Oracle subia 4,66% em Nova York. As ações da empresa acumulam alta de 33% neste ano.






