Após três anos do padrão climático La Niña, que geralmente reduz um pouco as temperaturas globais, o El Niño, mais quente, está de volta.
O fenômeno é caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do oceano Pacífico, o que acaba influenciando o clima mundial, com impacto na temporada de furacões no Atlântico e de ciclones no Pacífico.
Na última semana, a temperatura média global bateu recorde. Dados analisados por pesquisadores da Universidade do Maine (EUA) mostram que a temperatura da última quinta-feira (6) alcançou 17,23ºC.
Na última semana, a temperatura média global bateu recorde. Dados analisados por pesquisadores da Universidade do Maine (EUA) mostram que a temperatura da última quinta-feira (6) alcançou 17,23ºC.
Cientistas relacionam o aumento da temperatura com as mudanças climáticas provocadas pelo homem, com o fenômeno El Niño e com o aquecimento natural das águas do oceano Pacífico, que também vem sendo agravado pelo aquecimento global.
No Brasil, há a expectativa de que o El Niño provoque a elevação da temperatura em até 2,5ºC em alguns locais, o que pode se refletir em um inverno mais quente em algumas regiões e mais radical em outras.






